Pelos salários na <i>Maconde</i>
Os cerca de 400 trabalhadores da Macvila e da Mactrading (ex-Maconde), em Vila do Conde, estiveram em greve na sexta-feira, 29 de Janeiro, concentraram-se à entrada da fábrica e deslocaram-se aos Paços do Concelho, em protesto, por ainda não terem recebido os salários de Dezembro e parte dos subsídios de Natal. Alertaram ainda para a grande incerteza que havia quanto ao pagamento do mês de Janeiro.
Há ainda acrescida inquietação quanto ao futuro da reestruturação, desencadeada após um acordo, em 2007, apadrinhado pelo Governo, que salvaguardou os créditos dos bancos (estes receberam os terrenos e as instalações fabris, por conta da dívida), desbloqueou seis ou sete milhões de euros para «relançamento» da actividade e liquidou quase duas centenas de postos de trabalho, mas ainda não assegurou a viabilidade da empresa. Pelo contrário, soube-se que a própria Macvila já enfrenta um pedido de insolvência, apresentado no início deste ano por uma empresa credora. Um plano de viabilização foi entregue a 18 de Janeiro, no Ministério da Economia.
Com os trabalhadores em luta esteve, no dia 29, o secretário-geral da CGTP-IN, que exortou os trabalhadores a não desistir da luta e criticou os apoios públicos sem fiscalização da sua aplicação.
Há ainda acrescida inquietação quanto ao futuro da reestruturação, desencadeada após um acordo, em 2007, apadrinhado pelo Governo, que salvaguardou os créditos dos bancos (estes receberam os terrenos e as instalações fabris, por conta da dívida), desbloqueou seis ou sete milhões de euros para «relançamento» da actividade e liquidou quase duas centenas de postos de trabalho, mas ainda não assegurou a viabilidade da empresa. Pelo contrário, soube-se que a própria Macvila já enfrenta um pedido de insolvência, apresentado no início deste ano por uma empresa credora. Um plano de viabilização foi entregue a 18 de Janeiro, no Ministério da Economia.
Com os trabalhadores em luta esteve, no dia 29, o secretário-geral da CGTP-IN, que exortou os trabalhadores a não desistir da luta e criticou os apoios públicos sem fiscalização da sua aplicação.